Polícia coleta DNA de 7 homens na tentativa de identificar quem violou cadáver de Gravataí

Polícia coleta DNA de 7 homens na tentativa de identificar quem violou cadáver de Gravataí

Três meses depois, continua sem solução o caso da mulher, de 49 anos, arrancada da sepultura e violentada no Cemitério Municipal de Gravataí. Um dos crimes mais chocantes do ano passado permanece aberto, mas não por falta de esforço. Era fundamental para a investigação conduzida pela 1ª Delegacia de Polícia (DP) que laudos comprovassem se houve abuso ou não.

Eis que o Instituto Geral de Perícias (IGP) comprovou o crime de necrofilia (violação de cadáver) e apontou terem sido encontrados até mesmo vestígios de sêmen na mulher. Pois é este material genético que levou a apuração do macabro crime a um novo patamar. A Polícia já levou sete homens até a delegacia para coletar amostras de DNA e assim comparar com aquelas encontradas na vítima.

Segundo o delegado Marcio Zachello, que coordena a investigação, não dá para chamar os sete de “suspeitos”. Contudo, há interesse dos policiais em descartá-los de uma vez do centro da investigação. “São homens que, por um motivo ou outro, estiveram próximos a cena do crime naquela data. Apenas isso. Então não dá para falar que os sete são suspeitos, porque soa muito forte e poderia prejudicar a vida de algum dos envolvidos”, continua.

“Mas acreditamos, sim, poder identificar o autor da violação do cadáver através do confronto do material genético. Se não for nenhum destes sete o culpado, vamos continuar trabalhando até achá-lo”, reforça. “Acredito que agora é só questão de tempo até encontrá-lo.”

Para recordar o caso

Acamada a um ano por conta de uma doença rara, uma moradora de Gravataí de 49 anos teve o óbito registrado no dia 9 de novembro de 2019. Foi sepultada no domingo, dia 10. O corpo dela acabou sendo achado fora da sepultura na manhã do dia seguinte. Estava atirado em uma clareira a cerca de 30 metros de onde havia sido enterrado. A mulher estava sem calcinhas e com os seios para fora da blusa, com sinais claros de abuso, apontando se tratar da obra de um necrófilo.

Fonte Jornal NH

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